Na manhã desta segunda-feira, por volta das 6:00h, uma cena inusitada chamou a atenção de um funcionário da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). A cachorrinha que chegou ao pátio da empresa e foi “adotada” pelos empregados da entidade, cujas instalações ficam na saída da cidade, emitia “latidos de lamento”, como se estivesse chorando.

Ao chegar mais próximo, o servidor encontrou o corpo de um colega dentro do escritório. Ariel Piva de Oliveira, 42 anos, que era vigilante no local há cerca de três anos, teria morrido de causas naturais durante a noite.

Conforme outros empregados da instituição federal, Ariel havia chegado ao trabalho às 18:00h para cumprir seu plantão. Os colegas disseram que o homem parecia normal, mas tudo indica que ele pode ter sofrido um “mal súbito”, sendo o mais provável um infarto fulminante.

Bastante abalada, a esposa de Piva chegou ao local quando a funerária havia acabado de resgatar o corpo, que estava ao lado de um pequeno colchão, indicando que ele teria tentado se deitar ao começar a passar mal.

Peritos da Polícia Civil de Vilhena estiveram no local e fizeram levantamentos. O laudo sobre as prováveis causas da morte ainda não foi emitido.