Caso repercutiu nas redes sociais e amigos se solidarizaram
Após a denúncia de que o ex-vereador de Pimenteiras do Oeste teria sofrido perseguição política no Hospital Regional de Vilhena, feita pelos amigos e familiares do próprio político e atual secretário de Agricultura de Pimenteiras do Oeste, a direção da unidade resolveu se manifestar em relação ao caso. Entenda aqui.
Ao rebater a acusação, reafirmada em comentários dos próprios amigos da vítima, que compartilharam a reportagem, o secretário de Saúde Marco Aurélio Vasques disse que a denúncia levada a público pelo FOLHA DO SUL ON LINE, com base no testemunho de quem acompanhou o caso, “isso não é jornalismo”.
Abaixo, a manifestação da assessoria da Semus, que jamais deixou de ser veiculada sempre que enviada à redação:
A direção do Hospital Regional de Vilhena se pronunciou na manhã desta terça feira quanto ao caso do ex-vereador e hoje secretario de agricultura de pimenteiras do oeste, Jorge Fernandes Leite.
Para o diretor da unidade o paciente que precisa passar por uma cirurgia de vesícula está confundindo as coisas e se vitimando quando relata que não teve o atendimento esperado por conta de ser correligionário do deputado Luizinho Goebel.
“isso é um absurdo, o Sr. Jorge já foi vereador e hoje é agente político e sabe que essas coisas não existem, se para ele é normal que apenas pessoas do seu grupo político sejam atendidas no SUS para nós não! Aqui atendemos a todos sem assepsia sobre política, religião, posição social ou qualquer outro meio de seleção. É claro que o pedido de um deputado sempre nos coloca numa situação de urgência, pois trata-se de um grande colaborador do município, mas fazer escolha de pessoas por questões partidárias pode ser normal na cidade do Sr. Jorge, não aqui em Vilhena” desabafou o diretor.
Em resposta à matéria o próprio secretario de saúde Marco Aurélio Blaz Vasquez comentou na postagem: “Vai aqui minha resposta, no atropelo da direção do HRV:
1. Não falei nada ainda com a direção do HRV, mas declaro minha confiança na direção e corpo clínico do hospital, peço que esclareçam a situação;
2. É um absurdo politizar uma situação de saúde pública. O deputado Luizinho Goebel tem ajudado a administração municipal e tem o respeito da prefeita e do secretário para reconhecer de cada agente político sua cooperação com a melhoria de Vilhena;
3. É outro absurdo esse tipo de matéria, alguém fala o que quer e sem nenhum aprofundamento se publica isso e escreve que está disponível para explicações, sinceramente, isso não é jornalismo.”
Marco Aurélio Vasques
Secretário Municipal de Saúde de Vilhena
A diretora administrativa do Hospital Regional, Graziele Pimenta de posse do prontuário do paciente disse o termo “expulso” é um tanto quanto pejorativo já que o paciente obteve alta medica e foi mandado de volta pra casa para aguardar chamado posterior para a realização da cirurgia.
O diretor clinico, Dr. André Luiz disse:
“O atendimento de emergência desse tipo de paciente é analgesia para conter a dor e a desinflamação do processo, a colicistite (pedra na vesícula) é uma cirurgia eletiva agendada pela central de regulação conforme orientação do Ministério Publico”