Nesta terça-feira, 22, exatamente no dia em que morte do adolescente Vitor Rafael Vieira Fernandes, de 16 anos, morador de Colorado do Oeste, completou três meses, a família do garoto entrou em contato com o FOLHA DO SUL ON LINE e pediu ajuda.
Falando em nome dos parentes, uma prima de Vitor Rafael cobrou agilidade na divulgação do resultado da necropsia, exame pós-morte pedido pela família para confirmar as circunstâncias do óbito do menor, que foi ao Hospital Municipal de Colorado se queixando de dor de cabeça.
A família continua desconfiando que o menino pode ter sido vítima de um erro médico (troca de medicamentos), e acredita que a necrópsia revelará o que realmente provocou a morte dele logo após sua entrada na unidade de saúde (LEMBRE AQUI).
A principal queixa dos denunciantes se deve ao fato de a funerária que cuidou do caso não responder as mensagens enviadas. Os parentes do menor não descartam ir ao Ministério Público e à Polícia Civil para que o laudo feito em Vilhena seja divulgado.
Em nota oficial enviada ao FOLHA DO SUL ON LINE, a Secretaria Municipal de Saúde de Colorado do Oeste se manifestou sobre o caso: “A suspeita levantada de que o paciente teria recebido "remédio errado" carece de qualquer lastro técnico ou fático. As medicações aplicadas (Cetoprofeno e Ondansetrona) são fármacos de uso universal, seguro e amplamente chancelados pela literatura médica para o manejo de quadros álgicos e náuseas. Não houve erro de dosagem nem de substância”, diz um trecho do documento (CONFIRA AQUI)