Através do WhatsApp, o caminhoneiro vilhenense Valmir Scheffer, de 55 anos, enviou fotos e vídeos do naufrágio da balsa usada por motoristas na BR 319, para atravessar o rio Igapó-Açu, já do lado amazonense da estrada de terra que liga Porto Velho a Manaus.
Levando uma carga de ração para peixes que seria entregue na capital do Estado vizinho, o vilhenense parou para fazer um reparo em seu caminhão em um trecho cerca de 40 km de chegar a balsa. A travessia fica a 250 km de Manaus e 600 km de Porto Velho.
O motorista, que acabou escapando do acidente por se atrasar para fazer a travessia, disse que ele e outros caminhoneiros estão parados desde a madrugada desta quarta-feira, 14, quando aconteceu o naufrágio, que teria sido provocado pela falta de manutenção da embarcação.
No momento em que afundou, a balsa estava tentando levar três caminhões dirigidos por colegas de Valmir para a margem oposta do rio. Esses veículos foram resgatados e nenhum dos motoristas se feriu.
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