Alvos da nova investigação mantêm cargos, mas não exercem mandatos na Câmara
 
A Câmara Municipal de Vilhena, que já havia aprovado, na sessão anterior,  a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades que teriam sido cometidas pelos vereadores Antônio Marco de Albuquerque, o “Marcos Cabeludo” (PHS) e Vanderlei Amauri Graebin (PSC), definiu ontem os integrantes da nova comissão.
 
A escolha foi feita por sorteio e priorizou a pluralidade de partidos na sua composição. O primeiro nome a ser retirado da urna foi o do vereador Rogério Golfeto (Podemos), o segundo foi Rafael Maziero (PSDB). Na sequência, o nome retirado foi o do vereador Adilson Oliveira, do mesmo partido que Maziero, e por isso ele não foi confirmado. Um novo nome então foi retirado: França Silva (PV).
 
A Comissão Parlamentar de Inquérito será presidida pelo vereador Rafael Maziero, enquanto França Silva será o relator e Rogério Golfeto membro. O trio será responsável por averiguar as denúncias contra Graebin e Cabeludo, contra os quais, segundo investigações do MP-RO, há indícios de fraudes em procedimentos licitatórios da Câmara de Vereadores. A suposta fraude teria ocorrido na prestação de serviços técnicos de manutenção em equipamentos de informática, entre os anos de 2009 e 2016.
 
A CPI tem prazo de 120 dias, prorrogados por igual período, para concluir a investigação e apresentar um relatório.