Um fato raro foi registrado em Vilhena na semana passada. Uma jovem da cidade, que teve seu material de medula óssea coletado durante uma campanha realizada pelo Hospital do Câncer de Barretos, no ano passado, foi identificada como doadora compatível para um paciente de São Paulo.
A moça, que é comerciária e se chama Francine de Paula Alves, terá que fazer novos exames para a confirmação do resultado, já que o protocolo do Registro Nacional de Doares de Medula Óssea (Redome) exige a checagem da primeira amostra. Caso o diagnóstico seja confirmado, a doadora viaja para Curitiba (PR), onde se submete a novos exames para ficar completamente apta a doar. Todas as despesas da doadora (no centro da foto, de camiseta rosa), que trabalha numa loja de cosméticos e tem 30 anos, serão pagas pelo Governo de Rondônia.
O nome do paciente paulista que será beneficiado pela compatibilidade com a vilhenense não teve o nome foi revelado, como também não foram divulgados detalhes sobre a enfermidade que o acomete. De acordo com o Redome, a possibilidade de encontrar um doador de medula compatível é de 1 para 100 mil coletas. Em casos em que os envolvidos não têm grau de parentesco, a dificuldade é maior: 1 para cada 1 milhão.