Mesmo com parecer favorável do procurador do tribunal de Contas de Rondônia, o vereador e ex-presidente da Câmara de Vilhena, Ronaldo Alevato (PMDB) teve suas contas, referentes ao ano de 2008, reprovadas pelo plenário da Corte. Os colegas de Ronaldo também aprovaram os gastos de sua gestão.
Os conselheiros entenderam que o parlamentar recebeu salários maiores que o devido por presidir a Câmara durante o biênio 97-98. Acontece que o subsídio de 40% sobre o vencimento da Mesa Diretora da Assembleia, fixado antes da chegada do edil à presidência do Legsilativo local, haviam sido pagos a todos os que o antecederam no cargo.
Uma consulta ao próprio TCE, feita pela Câmara de Cerejeiras, determinou que o pagamento do subsídio deveria ser interrompido a partir de 2009, quando Ronaldo já havia entregado o posto. Daquele ano em diante, novo valor, menor, deveria ser estabelecido, o que efetivamente foi feito.
Com a decisão do TCE, o vereador vilhenense está tendo que recorrer à justiça comum, para evitar que sua candidatura à reeleição seja impugnada. O advogado José de Almeida Júnior, concunhado do senador Valdir Raupp (PMDB) e ex-chefe da Casa Civil de Rondônia, está atuando no caso.
Alevato tenta obter ao menos uma decisão provisória que o habilite ao disputar as eleições deste ano. Mas, até a manhã de hoje, a justiça ainda não havia se pronunciado sobre seu pedido.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 26 de Junho de 2012, às 10:18