“O governador Confúcio Moura despachará das Secretarias Regionais”. A afirmação é do Secretário Executivo do Estado, Florisvaldo Alves. Mas, para que isso aconteça, é  necessário, segundo o secretário, uma reestruturação nas Secretarias Regionais, visando um melhor funcionamento e uma adequação com vistas a receber o governador, que despachará com os prefeitos e presidentes de Câmaras.

Durante reunião na manhã desta sexta-feira (16), na sede da Secretaria Regional, em Vilhena, Florisvaldo deixou clara a importância da Pasta ser forte e atuante, tendo em vista a distância da capital. “É o secretário daqui que tem que levar ao conhecimento do governador as necessidades dos sete municípios que compõem essa Regional”.

O Secretário Executivo visitou, nos dias que antecederam sua vinda à Vilhena, as Regionais de São Francisco e Rolim de Moura, e depois de Vilhena, a próxima a ser visitada é a de Cacoal. E em todas as reuniões, o tom da conversa foi o mesmo: “O governador quer descentralizar o poder, mas para isso tem que haver Regionais fortes, e Regionais fortes somente com reestruturação,”disse Florisvaldo.

Para Vilhena, de acordo com o relato do Secretário Executivo, dentre as melhorias, previstas num relatório elaborado pela equipe do Secretário Regional local, Ronaldo Alevato, será implantado um mini auditório com capacidade para 30 pessoas, o suficiente para receber os sete prefeitos e os sete presidentes das Câmaras dos municípios atendidos pelo órgão.

Presentes na reunião estiveram também representantes dos funcionários estaduais em educação que apresentaram ao secretário as dificuldades enfrentadas pelos profissionais que atuam no Cone Sul para manterem funcionando as escolas estaduais.

Sobre essas dificuldades, Valdo alegou que com o novo plano de ação do Governo, de fortalecimento das Regionais, prevê que as secretarias estaduais manterão contatos mais diretos com cada região do Estado, o que implicará em maior conhecimento das necessidades de cada região. “Todas as ações serão pautadas em dados técnicos e não políticos”, afirmou.