Em menos de um mês, duas crianças indígenas que receberam atendimento em Vilhena tiveram confirmados por exames laboratoriais os diagnósticos de infecção pelo vírus H1N1, causador da gripe suína. Uma delas, com pouco mais de um ano, acabou morrendo no hospital Cosme e Damião, de Porto Velho, para onde foi encaminhada. A outra sobreviveu após receber tratamento. Ambos os bebês moravam em aldeias próximas a Vilhena, mas já no Estado do Mato Grosso.
Nos últimos dias, outros dois menores e um adulto, também indígenas, foram atendidos no HR. Todos acabaram liberados após o atendimento, mas os exames para confirmar as suspeitas de infecção por H1N1, ainda não foram divulgados. O secretário de Saúde de Vilhena, Vivaldo Carneiro, disse que todos os pacientes ficaram em isolamento, descartando a possibilidade de contaminação.
A informação foi confirmada pelo Polo de Saúde Indígena de Vilhena, que também esclareceu que não há motivos para pânico. A entidade explicou que todos os casos suspeitos estão sendo atentamente acompanhados. A instituição presta assistência aos mais de 2 mil índios de 65 aldeias da região, espalhadas por Rondônia e Mato Grosso.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 16 de Maio de 2014, às 10:13