Na tarde de hoje, o Supremo Tribunal Federal (STF) julga os embargos de declaração apresentados pelo deputado Natan Donadon (PMDB) questionando a sentença da própria Corte, que o condenou a mais de 13 anos de reclusão. O parlamentar apresenta questionamentos quanto a vários pontos de decisão e pede que o entendimento seja modificado.
Ainda que o STF, última instância da justiça brasileira, mantenha a condenação, Natan não perde automaticamente o mandato. Para que isso aconteça, é preciso que o plenário da Câmara ratifique a condenação judicial. Há rumores (e o próprio Donadon tem conhecimento) de que o ex-senador Amir Lando, seu suplente, estaria se mobilizando junto a deputados para apressar o afastamento do vilhenense.
A FOLHA manteve contato com o gabinete de Natan, em Brasília, mas não conseguiu encontrá-lo. Sua assessoria jurídica ficou de retornar a ligação, a fim de explicar como será sua defesa no STF.