Após empate sem gols, o titulo ficou com o Gimnasia que venceu nos pênaltis por 3 a 2
Terminou ontem na Argentina o Córdoba Cup Internacional 2019, torneio de futebol de base que reúne equipes de toda a América do Sul. O representante Brasileiro este ano foi o Internacional de Limeira onde joga o vilhenense Eduardo Castro na equipe Sub-11.
O time do lateral vilhenense ficou com o vice-campeonato sem perder sequer uma partida. O Inter de Limeira venceu os três jogos da fase de grupos (2 a 1 no Unión y Amistad, 6 a 0 no Elite FC e 5 a 0 no San Cayetano); nas quartas e semifinal duas vitórias por 4 a 1 sobre o Colonia Caroya da Argentina, e o CRP Cali Colômbia.
Na decisão, o time brasileiro enfrentou o argentino Gimnasia e a partida terminou empatada sem gols. Na decisão por pênaltis, vitória dos argentinos por 3 a 2.
Título no Sub-13
Além da equipe Sub-11, na qual joga Eduardo de Castro, o Inter de Limeira levou também duas equipes Sub-13. Uma delas chegou a decisão da categoria e contra o Gimnasia e conquistou o título ao vencer por 2 a 0.
Tumulto e aplausos
Mesmo nas categorias de base, a rivalidade Brasil x Argentina aflora. Na semifinal da categoria Sub-13, após derrota o time argentino não se conformou com a eliminação e causou uma confusão após o término da partida. Por causa do tumulto, a outra equipe do Inter de Limeira que disputaria o Bronze não jogou. A decisão foi tomada pela delegação a fim de assegurar a segurança dos atletas.
Uma mãe que estava acompanhando a delegação brasileira descreveu assim o episódio. “Não vamos jogar mais por motivo de segurança, ontem no último jogo do Sub-13 a equipe adversária não aceitou perder e com isso partiu pra briga e discussão. Desespero total. Ninguém saiu machucado mais tivemos que sair de lá com segurança. Hoje a final será em campo diferente. Já a disputa bronze será no mesmo lugar de ontem. Teríamos que nos separar e por motivo de segurança achamos melhor cancelar”, escreveu a mãe em mensagem enviada as mães no Brasil.
Ela também escreveu que o time brasileiro teve o apoio dos times dos outros países. “Olha, não foi fácil não, mais nossa proteção foi grande! Um time contra e os outros todos nos defenderam. Eu não sabia se eu chorava de nervoso ou de emoção, porque saímos de lá aplaudidos e gritavam Brasil... Brasil... Brasil...”
Autor:
Rogério Perucci
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 16 de Dezembro de 2019, às 11:20