Instituição federal disse que estudante deixou unidade por conta própria

Em nota enviada à redação do FOLHA DO SUL ON LINE, a direção do campus do IFRO na cidade de Colorado do Oeste comentou qw declarações da mãe de um aluno da instituição federal, que morreu afogado em 2017.

Alegando não estar recebendo apoio da escola onde o filho, Wilkler Brenner Marçal da Silva, de 15 anos, estudava em tempo integral, a agricultora Luciana Marçal de Oliveira, 39 anos, moradora da Linha 10, em Cabixi, ameaçou recorrer à justiça para desvendar o caso. Lembre aqui.

Ao rebater a mulher, a entidade fez algumas revelações e garantiu ter dado suporte social e psicológico à família do garoto. Confira abaixo, na íntegra:


NOTA OFICIAL

Primeiramente informa que o IFRO, campus de Colorado do Oeste, ofertou à família serviços de assistência social e psicológico. Cabe informar que o aluno saiu por vontade própria das dependências do IFRO, isso está gravado nas imagens do circuito interno que foi entregue à Polícia Civil de Colorado do Oeste. Esclarece que a  ocorrência do fato que levou a óbito o aluno ocorreu a 06 Km de distância das dependências do IFRO.

Também informa que a competente Polícia Civil instaurou um Inquérito Policial e investigou o ocorrido. Como é sabido, um inquérito policial possui um arcabouço de provas tipo:  Perícia, laudos, imagens de câmeras de vigilâncias, depoimentos de testemunhas, etc.  Também se sabe que uma vez instaurado, todo inquérito policial, obrigatoriamente, passa pela Justiça (Poder Judiciário e Ministério Público)

Por fim, sabe-se que quem se interessar poderá solicitar às autoridades para visualizar o inquérito que já foi concluído. Ao IFRO, não cabe atestar a causa de uma morte, não cabe dizer se houve ou não algum crime, pois não possui poder legal e instrumentos para isso. 

Obrigado, 
Gabinete do DIRETOR-GERAL
IFRO Campus Colorado do Oeste