Presidente diz que economia com cortes de despesa pagará obra

Após cerca de 6 meses entre a decisão de executar a obra e a definição de empresa vencedora da licitação, a ordem de serviço para a construção do novo prédio da Câmara de Vilhena deve ser assinada nos próximos na próxima semana.

Seis empreiteiras apresentaram propostas, mas três delas acabaram desabilitadas para a concorrência em virtude de irregularidades na documentação.

Na segunda fase do certame, quando as propostas passaram a ser analisadas por uma comissão, sobraram uma firma de Vilhena, a segunda de Cacoal e a outra de Porto Velho.

A vencedora acabou sendo a Norte Edificações e Empreendimentos, de Cacoal, que apresentou um preço mais de 20% abaixo do estava previsto no edital. Assim, o serviço completo de reforma com ampliação da Câmara, que iria custar R$ 3,2 milhões, caiu para R$ 2,5 milhões.

Ao comentar a economia que será feita, e afirmar a transparência de todos os procedimentos da licitação, o presidente da Câmara, Adilson de Oliveira (PSDB), comemorou o resultado. “Agora vamos fiscalizar para garantir a qualidade da obra”.

QUEM BANCA?
Adilson voltou a explicar que todo o custeio do serviço será feito com recursos próprios, economizados por sua gestão. “Quero deixar claro, mais uma vez, que ao contrário das legislaturas passadas, a nossa cortou despesas, inclusive com pessoal, para erguer este prédio. Podem pesquisar aí que Câmara no Brasil, em cidade do porte de Vilhena, conseguiu economizar R$ 2 milhões em apenas um ano. Foi o que fizemos aqui”, finalizou.