Secretário de Planejamento prevê retomada rápida de serviços
Estão embargadas desde ontem as obras de construção de 400 moradias populares através do programa “Minha Casa Minha vida”, do governo federal, em Vilhena. Hoje, a reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE esteve no “Residencial Maria Moura”, onde estão sendo erguidos os imóveis e constatou que não existem operários trabalhando.
Conforme as apurações feitas pelo site, após um oficial de diligências do MP constatar que a empresa Resecom, responsável pelo projeto, não tinha licença ambiental para operar o empreendimento, o embargo foi determinado até que a situação seja regularizada.
Financiado com recursos federais, o conjunto residencial para famílias de baixa renda começou a ser construído na administração do então prefeito Zé Rover (PP). A empresa que tocava as obras pediu recuperação judicial, sendo sucedida pela Resecom, que presta contas do serviço junto à Caixa Econômica Federal, responsável pela liberação dos recursos da União.
Por telefone, o secretário municipal de Planejamento, Valdiney Campos, disse que a retomada dos trabalhos não deve demorar. Ele explicou que, após a empresa apresentar a documentação exigida, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente analisa a papelada, fiscaliza o local e, se estiver tudo certo, o desembargo é feito. “Agora, depende mais da agilidade da própria construtora”, esclareceu o titular da Semplan.