Funcionando há mais de 12 anos em Vilhena, e bancado com recursos municipais e federais, o Instituto do Rim é a esperança de sobrevida de pelo menos 80 pessoas das sete cidades do Cone Sul de Rondônia, além de outras duas do Mato Grosso (Comodoro e Campos de Júlio).

As 24 máquinas que fazem a filtragem do sangue dos pacientes com problemas renais crônicos poderiam atender uma média de 150 pessoas, mas atualmente, em três dias intercalados na semana, 40 doentes passam pelo processo ao mesmo tempo.

Para chegar até Vilhena, os pacientes recebem ajuda das prefeituras de suas respectivas cidades, que disponibiliza o transporte. Apesar do sacrifício imposto pelas longas distâncias, ninguém se queixa, afinal, sem a hemodiálise, nenhum deles sobreviveria muito tempo.

Além do público de tratamento contínuo, o Instituto do Rim também atende eventuais encaminhados pelo Setor de Nefrologia do Hospital Regional. Em muitos desses casos esporádicos, pacientes da UTI também dependem das máquinas para sobreviver.