Fornecimento de derivados do sangue, um dos mais importantes serviços de saúde do município, está em risco de ser interrompido.
A única centrífuga que faz a separação dos elementos do sangue na Fundação Hemocentro (Fhemeron), que funciona ao lado do Hospital Regional, tem mais de 20 anos de uso e pode quebrar a qualquer momento.
Ocorre que a empresa Ameron foi condenada pela Vara do Trabalho de Vilhena a doar uma centrífuga nova à Fhemeron, no valor de R$ 425 mil, como pagamento de danos morais coletivos causados a seus funcionários. Mas não há nenhuma garantia de que o prazo seja cumprido.
Saiba mais em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.