Falecimento acabou virando caso de polícia na cidade

Acaba de ser divulgado o resultado do exame feito no corpo do padeiro Rafael Bristotti, 18 anos, morto há duas semanas no Hospital Regional de Vilhena com suspeitas de estar contaminado pelo vírus H1N1.  

A análise, feita pelo Laboratório Central (Lacen) revelou que o jovem morreu em virtude de leptospirose, uma doença transmitida por urina ou fezes de animais, principalmente rato. Inicialmente, chegou-se a cogitar, além do H1N1, o uso de narguile como causa da morte. 
A morte do garoto rendeu polêmica na cidade em virtude das denúncias feitas contra o Regional pela jornalista Ellen Donadon Lucena, cunhada da vítima. Ela chegou a ser levada para a DPC acusada de desacato por criticar as autoridades de saúde. Veja aqui.
Em reunião posterior ao óbito, médicos reuniram a imprensa para negar qualquer ato de negligência no atendimento a Rafael. Confira.