“Problema que não foi resolvido na gestão da prefeita Rosani, apoiada na época pelo Suchi”
 
Em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, o servidor comissionado da Secretaria Municipal de Obras de Vilhena, Fabio Coelho Adriano, classificou como “oportunista” a fala do vereador Carlos Suchi (Podemos), durante a sessão da Câmara realizada esta semana.
 
Na ocasião, o parlamentar oposicionista criticou a escolha do local para a implantação do novo cemitério da cidade. Suchi alegou que, ao instalar túmulos num terreno na entrada de Vilhena, o prefeito Eduardo Japonês (PV) transformaria o local fúnebre em “cartão postal”. O edil acrescentou também que chegou a sugerir outra área para abrigar o empreendimento, alegando que o local escolhido pelo prefeito, ao lado da BR 364, poderia resultar em atropelamentos durante os funerais (lembre aqui).
 
Ao rebater o vereador, de quem já foi assessor, Adriano Vilhenenense, como é conhecido o portariado da Semosp, mostrou que a área sugerida por ele também fica na entrada da cidade, só que na saída para Cuiabá. O imóvel indicado por Suchi fica nas proximidades da fábrica de baterias Zoche. “É tentar pegar carona numa solução que o atual prefeito está dando para um problema que não foi resolvido na gestão da prefeita Rosani, apoiada na época pelo Suchi”.
 
Quanto aos “futuros atropelamentos” profetizados por Suchi, pelo fato de o cemitério ficar às margens da rodovia federal, Vilhenense sugeriu ao vereador visitar a cidade de Pimenta Bueno, cujo “campo santo” funciona há décadas em localização similar.