A discussão de ações de estímulo ao desenvolvimento do setor de floresta plantada de Rondônia e as políticas institucionais promovidas pela Sedam nessa área serão abordadas durante encontro entre governo e sociedade civil, marcado para sexta-feira (13), em Vilhena.
O encontro acontece uma semana após um evento técnico de grande repercussão realizado no município sobre a questão da floresta plantada e terá agora, além da presença do governo, representantes de instituições financeiras como o Banco da Amazônia e Banco do Brasil.
Alguns pontos foram destacados previamente durante reunião de trabalho no gabinete do governador Confúcio Moura, na tarde de terça-feira (10), com as presenças do ex-ministro Roberto Mangabeira Unger e dos secretários de governo.
O governador Confúcio Moura afirmou que o setor de floresta plantada deverá receber atenção especial da equipe de Mangabeira Unger. “É um setor com potencial de consumo fantástico”, admitiu o governador. Dados mostram que o déficit de florestas plantadas no Brasil é de 6 milhões de hectares. “O Brasil ainda está muito longe do que produzem algumas nações da Europa”, afirmou Mangabeira.
A mudança na legislação ambiental conduzida pela Sedam, que começa a atrair investimentos para o setor também foi destacada. “Hoje estamos saindo do zero, mas temos uma enorme perspectiva de transformar Rondônia num grande estado produtor de floresta plantada”, afirmou Confúcio.
Entre as espécies comercialmente interessantes estão o eucalipto, o pinus caribeia, o pinho cuiabano e a teca. “Além da indústria de móveis, a madeira possui larga aplicação em termelétricas e cerâmicas e no segmento da construção”, ressaltou o secretário da Sedes, Edson Vicente.
“O plantio dessas espécies será importante para conter o desmatamento”, afirmou a secretária da Sedam, Nanci Maria Rodrigues. O governador esteve reunido com o ex-ministro Mangabeira Unger; dos secretários Edson Vicente (Sedes); George Braga (Seplan); Benedito Alves (Sefin); Cira Moura (Seae); Zaqueu de Oliveira (Sejus); Nanci Maria Rodrigues (Sedam); e Elisafan Sales (Emater).
Também estiveram presentes os diretores da Fundação Rondônia de Ciência e Tecnologia, Alberto Lourenço; e da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia, Ricardo Sá Vieira.da equipe de Mangabeira Unger. “É um setor com potencial de consumo fantástico”, admitiu o governador. Dados mostram que o déficit de florestas plantadas no Brasil é de 6 milhões de hectares. “O Brasil ainda está muito longe do que produzem algumas nações da Europa”, afirmou Mangabeira.
A mudança na legislação ambiental conduzida pela Sedam, que começa a atrair investimentos para o setor também foi destacada. “Hoje estamos saindo do zero, mas temos uma enorme perspectiva de transformar Rondônia num grande estado produtor de floresta plantada”, afirmou Confúcio.
Entre as espécies comercialmente interessantes estão o eucalipto, o pinus caribeia, o pinho cuiabano e a teca. “Além da indústria de móveis, a madeira possui larga aplicação em termelétricas e cerâmicas e no segmento da construção”, ressaltou o secretário da Sedes, Edson Vicente.
“O plantio dessas espécies será importante para conter o desmatamento”, afirmou a secretária da Sedam, Nanci Maria Rodrigues. O governador esteve reunido com o ex-ministro Mangabeira Unger; dos secretários Edson Vicente (Sedes); George Braga (Seplan); Benedito Alves (Sefin); Cira Moura (Seae); Zaqueu de Oliveira (Sejus); Nanci Maria Rodrigues (Sedam); e Elisafan Sales (Emater).
Também estiveram presentes os diretores da Fundação Rondônia de Ciência e Tecnologia, Alberto Lourenço; e da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia, Ricardo Sá Vieira.