Candidato a senador ainda não sabe a que partido irá se filiar
Cotado com a “terceira via” na eleição municipal de Vilhena, o empresário Jaime Bagattoli começou a ser assediado por ex e atuais aliados do prefeito Eduardo Japonês (PV), que deve tentar permanecer no cargo no ano que vem.
Os emissários que procuram Bagattoli têm missões distintas: os que não fazem mais parte do grupo do atual prefeito tentam convencê-lo a encarar a disputa; os que permanecem leais a Japonês buscam fazer com que Jaime abra mão da candidatura.
Os pró-Jaime argumentam que ele tem cacife para comandar o processo e se firmar como liderança política local; os parceiros de Eduardo alegam que o empresário pode se queimar numa campanha polarizada, e sair dela sem chance de disputar o Senado em 2022.
Nenhum dos grupos revela a reação de Bagattoli às abordagens, e ele próprio também não comenta o que tem sido discutido. O empresário, aliás, ainda não decidiu em que partido vai se filiar, após deixar o PSL em meio a quedas-de-braço com os caciques da legenda no Estado.
Na única vez que comentou a situação, o segundo “senador moral” de Rondônia disse que pretende acompanhar o presidente Jair Bolsonaro, que também cogita deixar a agremiação pela qual foi eleito no ano passado.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 25 de Outubro de 2019, às 12:33