Acompanhado pela advogada Vera Paixão, candidata a deputada federal pelo Republicanos, o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, visitou a redação do FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta terça-feira, 8. Do Cone Sul, ele seguirá para a Zona da Mata e em seguida percorrerá outras cidades de Rondônia.
Concorrendo a governador pelo União Brasil, o ex-promotor de Justiça que governou a capital de Rondônia por 8 anos se mostrou otimista quanto à possibilidade de chegar ao segundo turno desta eleição. E garante que não tem não preferência por nenhum adversário.
“Tanto faz, o que vier a gente engole com farinha”, brincou, referindo-se aos dois oponentes mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de votos: o senador Marcos Rogério (PL) e o ex-prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, do PSD.
Aliás, sobre sondagens eleitorais, o candidato revelou que, embora esteja atualmente na terceira colocação, ele tem histórico de crescer na reta final das disputas. “Em 2016, a três dias da eleição para prefeito de Porto Velho, eu era apontado com 9% dos votos; quando abriram as urnas, eu tive 27%, ou seja, o triplo”, relembra.
Pela lógica de Hildon, que entregou o cargo anterior com mais de 80% de aprovação, matematicamente é possível que ele saia de seu reduto com mais de 50% dos votos, o que pode levá-lo para a outra fase da disputa. “Fora as outras cidades próximas, que também testemunharam as entregas da nossa gestão”.
Sobre o desempenho dos oponentes, o entrevistado diz que Marcos Rogério e Fúria estagnaram durante a campanha. “A única novidade foi o crescimento da nossa candidatura”, diz, listando a série de obras que entregou ao administrar um município maior que Israel e Bélgica. Ele saiu da função após dois mandatos consecutivos com altíssimos índices de aprovação popular.