Dezenas de pessoas se amontoam todos os dias no corredor central do pavilhão de recepção do Hospital Regional de Vilhena (HRV), aguardando muitas vezes em pé, enquanto o prédio da futura Maternidade Municipal, recentemente “inaugurado”, e, portanto, novinho em folha, está pintado, iluminado e arejado, e permanece com suas maiores salas totalmente vazias o dia inteiro.
Pior: os funcionários do Regional encarregados de dar a primeira atenção (“acolhimento”) a quem procura aquela unidade de saúde, são obrigados a trabalhar ao relento, sob o sol inclemente da manhã, ou abrigados precariamente à sombra de uma das paredes externas no novo prédio.
Saiba porque isso está acontecendo e até quando esta situação vai continuar em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.