Após a decisão judicial, uma conversa entre o prefeito Flori e o representante do DNIT encerrou a polêmica
 
Uma decisão do juiz federal em Vilhena, Rafael Angelo Slomp, proferida no mês passado, pôs fim à queda de braço entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e o município, que não se entendiam sobre obras às margens da BR 364, que cruza a cidade de ponta a ponta.
 
No ano passado, contrariando o órgão federal, a prefeitura “enlargueceu” a rotatória que dá acesso a duas das mais avenidas de Vilhena: a presidente Nasser e a Marques Henrique. A ação, contestada pelo DNIT, e que tinha o objetivo de agilizar o tráfego de veículos naquele trecho, acabou indo parar na Justiça Federal (ENTENDA AQUI).

Ao julgar o pedido para conceder uma liminar que paralisasse a intervenção do município num espaço da União, o magistrado anotou: “Embora haja aparente probabilidade do direito, não há, em contrapartida, demonstração de perigo iminente, na medida em que a pavimentação está construída há vários meses e, como dito, não houve demonstração de risco iminente” (LEIA NA ÍNTEGRA).
 
Após a decisão judicial, uma conversa entre o prefeito Flori e o representante do DNIT encerrou a polêmica e, portanto, o serviço não será mais contestado administrativamente ou nos tribunais.
 
O diálogo também permitirá que a prefeitura construa, com recursos próprios, três “alças” ligando a avenida Marechal Rondon à BR 364. Esses “desvios”, ficarão instalados nas rotatórias do posto Cavalo Branco, na que passou por alargamento, e na do Posto Mirian, saída para Porto Velho. O objetivo é “descongestionar” os locais de maior fluxo de veículos.
 
O DNIT já concordou com a implantação das três “alças” que, juntas, custarão cerca de R$ 300 mil. Além de bancar o serviço, cujo início ainda será anunciado, a prefeitura de Vilhena executará o trabalho, através da Secretaria Municipal de Obras.