Dono alegou ter deixado portão entreaberto ao chegar cansado
 
Logo após o FOLHA DO SUL publicar reportagem, publicada esta semana, noticiando o ataque do pit bull contra sua dona, um leitor revelou ao site ter vivido uma experiência parecida envolvendo o mesmo tipo de animal.
 
Conforme noticiou o site, depois de rasgar o braço da mulher a dentadas no bairro Cristo Rei, em Vilhena, o cão precisou ser abatido por um policial militar, pois continuava agressivo (LEMBRE AQUI).
 
O leitor contou que, dias antes deste episódio, ele olhou pela janela e viu sua pequena cadelinha ser puxada pelas grades pelo pit bull. Desesperado, o homem jogou água e fez o cachorro soltar o animal menor.
 
O cão retornou para a casa em frente, de onde havia saído, dando tempo ao dono para resgatar a cadelinha atacada ainda com vida. Após levar o animalzinho ferido para dentro de casa, o entrevistado acionou a Polícia Militar.
 
Quando os militares chegaram, tentaram fechar o portão para manter o cachorro trancado, mas ele conseguiu escapar. Enfurecido, o animal avançou contra um policial, que reagiu disparando um tiro nele.
 
O pit bull não resistiu ao ferimento de bala e morreu depois. A cadelinha também morreu em virtude das mordidas que havia sofrido.
 
Segundo o rapaz dono do animal, ele chegou próximo àquela hora e,  cansado, deixou portão entreaberto, o que permitiu ao cão fugir para a rua e atacar a cadela do vizinho. O fato aconteceu na rua 1.506, também no Cristo Rei.