Hassegawa disse que taxa de mortalidade em UTI é menor
Por telefone, falando de Porto Velho, onde é coordenador-geral da UTI do Hospital de Base, o médico intensivista Luiz Carlos Hassegawa contestou uma informação dada pelo secretário de Saúde de Vilhena, Marco Aurélio Vasques, durante sabatina na Câmara ontem. Vasques disse que a média de mortalidade nas UTIs do Estado é de 50%, conforme publicado aqui.
Hassegawa disse que ele e os colegas estranharam os números apresentados e, ao conferir os índices do HB, foi apurado que de janeiro a março deste ano, a taxa de mortes na UTI da capital foi de 12,9%. Em seis entre 2015 e 2016 as “perdas” foram ainda menores: cerca de 9%.
O cardiologista, que ajudou a implantar a UTI de Vilhena, disse que os índices das unidades em que atua estão dentro dos parâmetros considerados normais pelo SUS em todo o país.