O médico Ângelo Keppe esteve na redação do FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta quinta-feira, 29, para relatar seu “desconforto” em relação a uma reportagem publicada pelo site nesta semana, na qual seu nome foi mencionado. A matéria relata o caso de um bebê que teria morrido no Hospital Regional logo após o nascimento. O óbito do recém-nascido teria decorrido do fato de o cordão umbilical ter dado três voltas em seu pescoço.
A reportagem foi baseada no relato da família, que disse que a mãe da criança, Tatiani Lilian Lacerda Santana, foi dispensada de fazer o exame por não estar em jejum. A dispensa foi atribuída a Ângelo, que é obstetra, ultrassonografista e ginecologista. O médico é formado pela Universidade Federal do Amazonas e atua em Villhena desde 2011.
O profissional de saúde explica que não estava mais trabalhando no Regional na época do fato e não há registro do agendamento para consulta ou exames em nome de Tatiane em sua clínica. O médico também nega que fosse necessário que a mãe estivesse em jejum para a realização do exame descrito na reportagem.
O ginecologista atribui o erro de informação a um mal entendido, pois sequer conhece as pessoas envolvidas. Ele lamentou o que teria sido descrito pelo médico que assistiu ao parto como uma “fatalidade” e explica que só resolveu se pronunciar para preservar sua integridade profissional.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 29 de Maio de 2014, às 10:50