Mesmo contando com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Vilhena encaminha, todos os dias, pelo menos um paciente para atendimento em Cacoal e Porto Velho. Os casos mais comuns de pacientes transferidos são relativos a fraturas, doenças tropicais e problemas pediátricos. Também são removidos pacientes com câncer e portadores de distúrbios mentais.
O Hospital Regional, que faz praticamente 100% dos encaminhamentos, conta com quatro ambulância para viagens externas e outras duas para atendimentos na área urbana e que substituem as viaturas do SAMU (inexistente na cidade) e acionada através do número de emergência 192.
Um profissional de saúde que atua no segmento e que preferiu se manter anônimo, diz que existem outros quatro técnicos que acompanham os pacientes. Além deles, quatro motoristas ficam de sobreaviso. Segundo o cálculo do servidor, são feitas, em média, 30 viagens por mês.
DOENÇA CAUSA PÂNICO – Com mais de duas décadas na atividade, o profissional ouvido pelo FOLHA DO SUL ON LINE diz que, recentemente, o surto de uma enfermidade rara foi detectada em Porto Velho. Pelo menos 12 pessoas já teriam morrido este ano em virtude da “doença do capim”. A moléstia fatal é provocada por um fungo que se aloja no chamado capim amargoso. É comum as pessoas colocarem o talo da planta na boca e acabarem contraindo o parasita.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 14 de Dezembro de 2012, às 11:00