Comunicante disse que, para a obra, foi preciso a contratação e o registro de 18 funcionários

O acordo entre duas empresas de Vilhena acabou registrado na Delegacia de Polícia de Civil, nesta segunda-feira, 29, isso porque ambas fizeram um combinado referente a um serviço que prestariam, mas uma das partes não cumpriu o trado, que foi feito apenas verbalmente.

Conforme a ocorrência registrada na Unisp, o proprietário de uma empresa metalúrgica e de montagens havia alugado equipamentos para uma construtora, após contato direto com o locatário. Porém, o acordo firmado entre ambos foi feito apenas verbalmente.

O serviço seria referente à fabricação e instalação de calçadas e pisos de acessibilidade, em uma obra licitada pela Prefeitura Municipal de Vilhena para a construtora, que estava ciente sobre acordo firmado entre as duas empresas.

Na Unisp, o comunicante disse que, para a obra, foi preciso a contratação e o registro de 18 funcionários, com os quais ele fez um compromisso financeiro. Mas, após 30 dias de serviços prestados, um fiscal responsável pela parte de pavimentação, funcionário da construtora, ofendeu os trabalhadores e recolheu os equipamentos da empresa que representava, sem nenhuma explicação.

Diante da situação, o empresário que se viu no prejuízo achou viável procurar a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) para registrar o caso.