Por telefone, a advogada da mulher que baleou o policial militar da reserva com quem mantém uma relação tumultuada em Vilhena, apresentou a versão dela sobre episódio que está repercutindo desde que foi publicado pelo FOLHA DO SUL ON LINE (CONFIRA AQUI).


De acordo com a profissional do Direito, sua cliente só agiu porque estava sendo ameaçada de morte pelo PM, que teria tentado sacar a arma para fazer o disparo que poderia matá-la. Ela nega ter acertado a cabeça do militar e o derrubado no chão, como chegou a revelar outro PM em um grupo no WhatsApp.


“Aquilo ali foi Deus, tenho certeza de que foi Ele quem me ajudou. Durante a nossa discussão, ele colocou a mão na cintura. Um policial experiente contra uma mulher franzina, que conseguiu desarmá-lo... foi mesmo a mão de Deus”, contou depois a mulher.


De acordo com a advogada, a mulher retirou o pente da pistola do parceiro e a bala que ficou na agulha foi disparada por acidente, atingindo o militar no joelho. “Como a gente tava em luta corporal, o tiro pegou de raspão no joelho dele”, revela a mulher, reafirmando não ter qualquer tipo de experiência com armas de fogo.


Após o ocorrido, a envolvida na briga conjugal pediu medida protetiva contra o policial, temendo que ele cumpra a ameaça de morte, como tem acontecido com frequência após brigas de casal, em que geralmente o homem age com maior violência.