Ao contrário do que o prefeito de Vilhena trombeteia na imprensa e nos eventos de que participa, as “50” obras simultâneas por ele tocas estão, na maioria em compasso de espera. O mandatário, que cunhou a frase “só não vê quem não quer” como para os que duvidam de sua capacidade empreendedora, começa a perder popularidade em virtude dos atrasos.
O asfaltamento das avenidas Tancredo Neves e 1705 está parado há quase um mês. O asfalto na Vila Operária parou nas valetas e nas manilhas jogadas nas crateras. Os quiosques das praças Ângelo Spadari e dos Mensageiros não tem mais previsão para serem entregues. A nova recepção do Hospital Regional também estourou o cronograma, assim como a “Academia do Idoso” – prometida para o Dia das Mães, não abre antes do Dia dos Pais, quem sabe no Dia de Finados...
Saiba como a prefeitura chegou a esse ponto em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.