Um crime chocante que abalou Rondônia quatro anos atrás, está sendo destaque na página “Jenni – Casos Criminais”, dedicada a episódios violentos registrados em todo o Brasil. No caso rondoniense, a publicação nas redes sociais narra o seguinte


Antonieli Nunes Martins tinha 32 anos e vivia em Pimenta Bueno, no interior de Rondônia. Ela mantinha um relacionamento extraconjugal havia cerca de dez meses com Gabriel Henrique Santos Souza Masioli, homem casado que, segundo a acusação, temia assumir a paternidade caso ela engravidasse.


Em fevereiro de 2022, Antonieli contou a Gabriel que estava grávida dele e afirmou que não pretendia esconder quem era o pai da criança. Foi nesse contexto que ele a matou.


De acordo com a denúncia do Ministério Público, ele a asfixiou e, com a vítima já desacordada, desferiu um golpe de faca no pescoço dela.


Em depoimento à polícia na época, Gabriel alegou ter tido um ataque de pânico e disse que aplicou um mata-leão em Antonieli, enquanto os dois estavam deitados na cama.


Após o crime, ele tentou se livrar de provas, descartando roupas de bebê e o celular da vítima.


A morte de Antonieli resultou também na perda do feto que ela esperava. Por isso, além do feminicídio, Gabriel respondeu por aborto sem o consentimento da gestante, previsto no artigo 125 do Código Penal.


O caso foi a júri popular na Vara Criminal de Pimenta Bueno e o julgamento se estendeu por mais de doze horas. Gabriel não compareceu à sessão nem prestou depoimento aos jurados.


Na noite de 24 de março de 2025, o Tribunal do Júri o condenou a 33 anos e 1 mês de prisão em regime fechado, sem direito a recorrer em liberdade (LEMBRE AQUI).


Os jurados reconheceram o feminicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.