Rosani explicou alteração de decreto assinado por ela
 
Através de sua assessoria, a prefeita de Vihena, Rosani Donadon (PMDB), se manifestou em relação à denúncia de um leitor, publicada ontem pelo FOLHA DO SUL ON LINE: a mandatária teria alterado um decreto para inflar a folha de salários com servidores comissionados. Lembre aqui.
 
Ao comentar a acusação, Rosani garantiu que vem mantendo o rigor nas nomeações e obedecendo as determinações do TCE e que a medida foi adotada para atender secretarias, sem inchar a folha.
 
Veja abaixo, na íntegra, a resposta da prefeita:
 
 
Mesmo com readequação, prefeitura mantem 456 cargos suspensos
 
Após análise e clamor de secretários, prefeita decidiu reativar 45 vagas que serão distribuídas à Educação, Obras, Saúde e Assistência Social
 
A prefeita do município de Vilhena, Rosani Donadon (PMDB) explicou que houve a necessidade de readequação do decreto feito por ela no início do ano, o qual suspendia 501 cargos comissionados (entre FG’s e CPC’c). Estes cargos foram reduzidos para evitar inchaço da folha. O inciso II do decreto 38.939/2017 se manteve de forma integral, sendo alterado apenas o inciso I do artigo 1º, que modificou de 356 para 311 cargos suspensos, restando 456 cargos suspensos.
 
Entretanto em relação às pastas mais importantes da prefeitura, notadamente Educação, Obras, Saúde e Assistência Social após análise da prefeita, que tomou pé da realidade administrativa, ela percebeu que há a necessidade de contratação de mais 45 profissionais. “Atendendo ao clamor dos secretários, principalmente da Saúde, reanalisei a proposta e tomei essa decisão”, disse. A readequação do decreto, segundo Rosani Donadon, tem a finalidade de suprir a demanda de todas as secretarias. “Ainda assim, 456 cargos continuam suspensos conforme garante o decreto número 39.590/2017, publicado em Diário Oficial”, garantiu Rosani Donadon.
 
A prefeita realizou um estudo prévio junto à Secretaria Municipal de Fazenda (SEMFAZ) para garantir que a medida não congestionasse a folha de pagamento. Mesmo com a readequação da folha, o Município continua dentro do limite exigido pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO). “Optamos por esta medida porque não tínhamos como conduzir os trabalhos destas secretarias de forma eficiente”, pontuou.