Juntos, Hospital Regional (HRV), Hemocentro, Farmácia Básica, Policlínica João Luiz, Ambulatório Municipal, Laboratório Dr. Jorge Abrão, seis Centros de Saúde (CSs), Vigilância Sanitária, programas de Saneamento, Saúde Mental e Bucal, Saúde da Família (PSF), Agentes Comunitários de Saúde e o Centro de Apoio Psicossocial (Caps) custaram quase R$ 10 milhões aos cofres vilhenenses entre janeiro e março deste ano.

Documentos obtidos pelo jornal FOLHA DO SUL sobre os atendimentos no primeiro trimestre naquelas unidades revela como a saúde em Vilhena está presa num carretel próximo ao fim da linha.

Do total das despesas liquidadas nos três primeiros meses do ano, exatos R$ 9.338.030,14, 78% foram gastos com apenas duas rubricas -pessoal e pessoal.

A prefeitura também gastou por mês, em média, com “material gratuito”, “outros serviços pessoa jurídica” e “subvenções sociais” mais do que com a compra de remédios, material pênsil e alimentação para internos.

 

Saiba mais em matéria especial do repórter Carlos Macena na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.