Cumpriu-se nas urnas no que o jornal FOLHA DO SUL havia previsto na semana que anteceu as eleições deste ano: o “racha” na família Donadon impediu que o clã elegesse um deputado federal e privou a região de representação no Congresso Nacional.
Uma disputa entre o vereador Júnior Donadon (PMDB) e o ex-prefeito Melki Donadon fez com que “dinastia” lançasse dois nomes para ocupar a vaga deixada por Natan, que teve o mandato cassado pela Câmara.
Aliados dos dois bem que tentaram um acordo, mas ambos se mostraram irredutíveis e, com isso, saiu candidato o próprio Júnior e a prima, Raquel Donadon (PTB).
Apurados os votos, contata-se que se um dos lados tivesse cedido, a família teria eleito um parlamentar federal, pois a soma dos sufrágios de ambos chegou a 25.795. Foram 1.649 a mais que o último eleito da coligação da qual faziam parte: Lindomar Garçom (PMDB), ex-prefeito Candeias do Jamari e que chega à Câmara com 24.146 votos. A vaga poderia ter ficado com Júnior ou Raquel.