“Toda organização criminosa tem um líder. E o líder, nesse caso, era o reitor”, dissde à revista “VEJA” o promotor do Ministério Público Estadual de Rondônia (MPE-RO), Pedro Abi-Eçad, em referência ao ex-reitor da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Januário Amaral.
Januário renunciou semana passada em meio a acusações descabidas (“Perseguem-me porque sou gay”, disse ele, entre outras asneiras), mas os técnicos enviados de Brasília radiografaram todo o descalabro em que se transformou sua gestão, e também a da Fundação Riomar, administrada nos últimos dois anos por seu “companheiro”.
Amaral é alvo de dezenas de investigações do Ministério Público Federal (MPF) e do MPE. As denúncias dizem respeito a um esquema de desvio de verbas da Fundação Rio Madeira (Riomar), ligada à universidade por meio de convênios irregulares. Entre as acusações estão o uso de funcionários fantasmas, serviços superfaturados e contratos com empresas de fachada.
Saiba mais em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.