Com maioria de votos, a ex-primeira dama espera decisão da justiça 

A ex-primeira Rosani Donadon (PMDB), candidata mais votada na disputa pela prefeitura de Vilhena nas eleições municipais deste ano, participou da sessão da Câmara de Vereadores na manhã desta terça-feira, e pediu o apoio dos parlamentares para a aprovação do orçamento para 2017, além de afirmar que seu possível governo, irá dialogar com o Legislativo. 

Acompanhada de seu vice, Darci Cerutti (DEM), Rosani disse, sem citar nomes, que já trabalha na formação da equipe de secretários. “A preocupação já está sendo em montar a minha equipe, com pessoas verdadeiras, honestas, que queiram o melhor para a nossa comunidade”, disse Rosani, afirmando que “os palanques acabaram, agora nós somos todos um corpo, e precisamos estar preocupados com a população de Vilhena. Fomos eleitos para trabalhar, as pessoas viram em nós mudança, dias melhores na saúde, educação, ação social e obras”, concluiu. 

Dirigindo-se aos vereadores, inclusive aos eleitos que estavam na platéia, Rosani pediu que Legislativo e Executivo possam falar a mesma língua, possam trabalhar juntos em prol do bem do município. E, mesmo  equivocando-se na afirmação quando disse que “está não vai ser a primeira vez que estarei aqui na Câmara”, a peemedebista prometeu está sempre próximo ao Legislativo. 

Rosani manifestou interesse e preocupação com o orçamento de 2017. “Venho desarmada, pedir esse apoio, quero trabalhar, mas preciso da Câmara, o orçamento do ano que vem está chegando aqui para ser votado. Eu preciso estar junto, vendo se estão certos os valores, o que colocaram para a saúde e para a educação”, argumentou. 

Rosani foi cumprimentada pelos vereadores e ouviu do presidente da Casa de Leis, Junior Donadon (PSD): “A tua presença, Rosani, e a presença do seu vice aqui hoje, é o maior indício do que é um bom governo: o gestor maior do município participando junto com o Poder Legislativo, trabalhando de uma maneira harmônica para o crescimento da cidade de Vilhena; estarem aqui hoje é um indício da pretensão de reunir forças, e também de dar ao Poder Legislativo a importância que ele tem”, finalizou.