O FOLHA DO SUL ON LINE conversou, minutos atrás, com o secretário municipal de Saúde de Vil hena, Vivaldo Carneiro Gomes, sobre a ausência de um anestesista no Hospital Regional na madrugada de ontem, domingo, 10. Como o profissional de plantão não estava na unidade, um jovem que havia dado entrada no local, baleado durante a primeira noite de carnaval, teve que ser transferido para Cacoal, onde foi operado às pressas e sob risco de morte.
O site conversou com uma amiga do médico envolvido no caso, que pediu para que o nome dele fosse preservado. Segundo ela, o anestesista estava de “sobreaviso”, modalidade de plantão em que o profissional fica em casa e comparece ao hospital sempre que é chamado. “Ele deixou o celular ligado o tempo inteiro e não bebeu enquanto estava de plantão. Também não saiu de casa”, garante a mulher.
Já entre os funcionários do HR, embora ninguém se manifeste oficialmente, a conversa é outra. Segundo uma servidora, repetindo o recado deixado por uma leitora na seção de comentários do FOLHA DO SUL ON LINE, na matéria sobre o caso, o médico foi procurado, sim. Várias ligações teriam sido feitas para o seu celular, sem que as chamadas fossem atendidas. Um motorista também teria ido à residência do médico, mas ele também não estava, segundo a versão da funcionária.
Diante das duas versões, Vivaldo mandou abrir sindicância para apurar as responsabilidades no caso. Segundo o secretário, em uma semana o procedimento estará concluído e os culpados serão penalizados. Carneiro não antecipou, no entanto, o tipo de punição que será imposta.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 11 de Fevereiro de 2013, às 17:28