Hospital particular diz não ter mais como emprestar produto

É pior do que se imaginava a situação das grávidas que esperam atendimento no Hospital Regional de Vilhena. Neste momento, seis gestantes aguardam no Centro Cirúrgico da unidade para darem à luz seus bebês, mas não podem ser operadas por falta de um medicamento chamado Ocitocina.

O familiar de uma das mulheres disse ao FOLHA DO SUL ON LINE, por telefone, que o médico encarregado de atender as grávidas já avisou que, mesmo a direção do HR recomendando que elas voltem para casa, o grupo será mantido no local até as 11:00h, quando o profissional espera que a Secretaria de Saúde já tenha resolvido o impasse.

De acordo com as informações passadas ao site, pelo menos um dos casos que aguardam desfecho é de emergência. Não se sabe o que pode acontecer com a gestante que precisa ser operada com urgência.

O único local onde a Ocitocina pode ser encontrada em Vilhena é o hospital particular Bom Jesus. Mas, também por telefone, a direção da unidade informou que não tem mais como emprestar o medicamento, pois precisa do estoque disponível para usar em seus próprios procedimentos.

A reportagem já informou a situação à assessoria da Semus e aguarda resposta.