Tucano diz que proposta tenta moralizar gestões municipais em Vilhena
Foi adiada a votação da Lei Antinepotismo, de autoria dos vereadores Rafael Maziero (PSDB) e Ronildo Macedo (PV), que está sendo analisada pela Câmara de Vilhena. A matéria não irá ao plenário na sessão desta terça-feira, 05, porque o parecer atestando a constitucionalidade dela não foi dado pela Comissão de Constituição Justiça e Redação da Casa.
Para que a lei fosse apreciada, seria indispensável a manifestação da CCJ. O parecer não será dado porque um dos membros da comissão, o vereador Carlos Suchi (Podemos) está em viagem de dois dias a Porto Velho, tentando obter emendas junto a deputados estaduais. Veja abaixo a portaria autorizando o deslocamento do parlamentar até a capital.
Idealizador, junto com Macedo, da legislação que tenta barrar a contratação de políticos em Vilhena, Maziero disse que, tão logo o rito na CCJ seja cumprido, ele mesmo irá cobrar a votação. O jovem tucano explicou que, para elaborar a matéria, ouviu advogados e representantes do MP.
Pela proposta de Rafael, para que agentes políticos (secretários) sejam nomeados, será preciso adotar a “razoabilidade”, conforme também prevê a lei federal que disciplina a questão e que inspirou a regra local.
O parlamentar disse que a legislação criada por ele e o colega ainda não gestão da então prefeita Rosani Donadon (MDB), denunciada por nomear vários parentes, tem como objetivo moralizar a administração municipal, independente de quem esteja no poder.
COICIDÊNCIA
Uma das matérias em pauta na sessão de hoje é o pedido do prefeito interino, Adilson de Oliveira (PSDB), que pede autorização para que seu irmão, o professor de Educação Física Délcio Deni Wiebbelling, seja cedido pelo Estado para ocupar a Secretaria Municipal de Esportes em seu governo provisório, que será apenas lido pelos parlamentares.
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Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 05 de Junho de 2018, às 19:27