Anvisa explica que testar positivo não significa estar com a doença
 
Uma imensa fila de carros está formada, desde as primeiras horas da manhã deste sábado, 06, na praça Ângelo Spadari, em frente o quartel do Corpo de Bombeiros, na região central de Vilhena. Equipes de Saúde e até soldados do Tiro de Guerra também estão no local.
 
Todo esse aparato foi mobilizado para a aplicação dos testes rápidos da Covid-19. Serão apenas 150 unidades, o que indica que tem muita gente perdendo tempo na fila, já que o material não será suficiente para atender toda a demanda.
 
A aplicação dos testes está sendo feita pelo sistema drive-thru, em que o motorista não precisa descer do veículo para ter seu material coletado. Com base nos dados fornecidos pelos pacientes, o resultado sai em poucos minutos e é enviado através do WhatsApp.
 
Inicialmente, a proposta do Governo do Estado, que comprou e enviou o material para Vilhena, era testar apenas as pessoas com sintomas da doença. Agora, quem chegar na frente é atendido. Como são menos de 1.600 testes nesta primeira fase (e hoje só 150), mais de 97 mil vilhenenses deixarão de ser alcançados.
 
Embora as autoridades de Saúde garantam a eficiência dos testes rápidos, o resultado deles precisa ser confirmado por análises em laboratório. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta: “Testes rápidos (IgM/IgG) NÃO têm função de diagnóstico (confirmação ou descarte) de infecção por Covid-19”  (TIRE TODAS AS SUAS DÚVIDAS AQUI)