Um acidente de trânsito na avenida Paraná  no final do ano passado transformou a vida de toda uma família vilhenense numa sequência de sofrimento sem fim: aos 81 anos, Constantino de Lima Brito foi colhido em cheio por uma motocicleta Twister 250, foi jogado a vários metros de distância, sofreu um profundo corte na cabeça, teve o fêmur fraturado na junta com o quadril e três costelas foram quebradas – uma delas perfurou-lhe o pulmão.

Sem condições de ser atendido em Vilhena, agonizou por quase dois meses em porto Velho até ser operado. Quem o atropelou até hoje não deu um centavo para ajudá-lo – nem vai dar.

Saiba mais em matéria especial do repórter Carlos Macena na edição da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.