“Não mudamos o nosso jeito por causa da política e sempre demonstramos carinho e solidariedade aos que precisam”
 
Em visita à redação do FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta segunda-feira, 29, a ex-prefeita de Vilhena, Rosani Donadon, candidata a deputada federal pelo PSD, disse que está animada com o início de sua campanha para chegar em Brasília.
 
Disputando pela primeira vez um cargo legislativo, Rosani se disse “feliz com a acolhida e a boa receptividade” de seu nome nas sete cidades da região, recém-visitadas por ela.
 
Após apresentar suas propostas no Cone Sul, a candidata segue para uma “maratona” que passará por diferentes municípios de Rondônia esta semana. Ao FOLHA DO SUL ON LINE, ela revelou que os principais pedidos que ouve de eleitores dizem respeito à situação da saúde.
 
“Muitos me declaram apoio, porque sabem que esta é uma área que conheço, e vou me esforçar para trazer recursos de Brasília que ajudem a diminuir o sofrimento de quem busca, e muitas vezes não consegue, atendimento na rede pública”, prometeu a ex-prefeita.
 
Mas a postulante a uma cadeira na Câmara dos Deputados disse que pretende atuar em várias frentes, destacando outro drama na região: a falta de projetos sociais que tragam benefícios para milhares de famílias carentes.
 
“Faltam creches para as mães que precisam sair de casa para trabalhar e não têm onde deixar seus filhos. Isso é um problema que nos aflige, pois sabemos da importância de investir neste setor”, comentou.
 
Paranaense que migrou com a família para Colorado do Oeste há 40 anos, e hoje mãe de quatro rapazes, Rosani Donadon disse se identificar com a população, “porque a gente é a mesma pessoa a vida inteira. Não mudamos o nosso jeito por causa da política e sempre demonstramos carinho e solidariedade aos que precisam”.
 
Com a experiência que adquiriu no comando de Vilhena, a candidata promete se empenhar para ajudar os prefeitos da região, que enfrentam dificuldades para conseguir verbas em Brasília, no momento em que o Cone Sul não tem representante no Congresso Nacional.
 
“A gente já passou pelo cargo e sabe o quanto é difícil para os prefeitos, mas eles poderão contar comigo no ano que vem, se Deus quiser”, encerrou.