Quem comprou imóveis para pessoas de baixa renda vai enfrentar problemas
As 200 famílias beneficiadas com moradias populares financiadas com recursos do programa “Minha Casa, Minha Vida”, em Vilhena, estão pagando as últimas parcelas e poderão entrar em 2022 com a documentação dos imóveis regularizada em cartório.
Lançado em 2011, na gestão do então prefeito Zé Rover, o empreendimento financiado pela Caixa previa o pagamento de 120 parcelas. As famílias inscritas se comprometeram, ao longo de 10 anos, a pagar prestações equivalentes a 10% da renda que haviam declarado.
No caso dos moradores do Residencial Açaí, que fica quase no final da avenida Paraná, a grande maioria permaneceu morando nas casinhas populares. Os poucos que passaram adiante as moradias criaram um problema para o comprador: o documento só será registrado em nome de quem foi sorteado para ocupar os imóveis.
O Açaí foi o primeiro conjunto popular financiado pelo governo federal em Vilhena. Outros, como o Maria Moura, Alvorada e União, vieram depois, com parcelas mais suaves: 5% da renda declarada pela família.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 20 de Dezembro de 2021, às 10:52