Emídio diz que não enfrenta nenhum tipo de hostilidade no país de costumes rígidos
 
Num país conhecido pelos costumes rígidos, um morador de Vilhena comanda rodas de pagode desde o início da Copa do Mundo do Qatar: o auditor fiscal Emídio Mamede, que atua na Sefin de Vilhena, conversou com o FOLHA DO SUL ON LINE e falou de sua presença na competição futebolística que reúne pessoas de todo o mundo.
 
Segundo Mamede, ele chegou ao minúsculo país do oriente médio no dia 19 deste mês, às vésperas da abertura da Copa, e pretende permanecer por lá enquanto o Brasil continuar na disputa. Com ingressos para assistir a competição apenas até as quartas de final, e passagem marcada para o dia 11 de dezembro, o pagodeiro espera contornar esses problemas se a seleção brasileira avançar no torneio.
 
Tocador de cavaquinho no grupo de pagode “Retrô”, que se apresentava em várias cidades de Rondônia e Mato Grosso, e que encerrou as atividades este ano, o auditor diz que não enfrenta nenhum tipo de hostilidade no país de cultura muçulmana.
 
“É proibido beber na rua e nos estádios, mas nos bares e no espaço da Fifa, o consumo é liberado”, revela o vilhenense, que é cumprimentado por visitantes de várias nacionalidades, que se encantam quando assistem a batucada em locais públicos.
 
Integrante do “Movimento Verde e Amarelo”, que se dedica a torcer pelos representantes brasileiros em todas as modalidades esportivas, Emídio espera ver a seleção do técnico Tite conquistar o hexa este ano (CLIQUE AQUI para fazer parte do movimento).
 
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