“O próprio relatório aponta que não existem sistemas 100% seguros. Logo, as urnas não estão isentas de vícios ou fraudes”
 
Eleito através das urnas eletrônicas duas vezes deputado federal, entre 2010 e 2018, e senador em quatro anos atrás, o rondoniense Marcos Rogério (PL) disse, em uma entrevista recente à Jovem Pan, estar “muito preocupado” com algumas questões apontadas no relatório das Forças Armadas, que entregou suas conclusões sobre a auditoria feita nos equipamentos.
 
“É preciso olhar com muita atenção o relatório das Forças Armadas sobre as eleições. E o que foi apontado é grave: se não há condições de fazer uma investigação profunda, naturalmente há poucos elementos para comprovar se houve, ou não, fraude no processo eleitoral”, diz o concorrente Governo de Rondônia, que foi derrotado no primeiro e no segundo turnos do pleito estadual este ano.
 
“O próprio relatório aponta que não existem sistemas 100% seguros. Logo, as urnas não estão isentas de vícios ou fraudes”, disparou o parlamentar, destacando que não foram apresentadas “provas contundentes de fraudes ao processo eleitoral”, e argumentando o que ele considera o fato grave no caso: as Forças Armadas não teriam tido condições de fazer uma investigação mais profunda sobre eventuais falhas nos equipamentos.
 
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