Paciente enfrenta problemas psiquiátricos, inclusive esquizofrenia, há mais de 25 anos
Por telefone, a nora de uma mulher de 47 anos, moradora do distrito do Corgão, pertencente a Chupinguaia, pediu ajuda ao FOLHA DO SUL ON LINE para lidar com uma situação grave: a falta do único medicamento capaz de amenizar as crises psiquiátricas que fazem a paciente ficar violenta e ameaçando matar os próprios familiares.
Marilza de Azevedo tem problemas psiquiátricos, incluindo esquizofrenia, há mais de 25 anos, porém, a droga injetável de nome Haldol a deixa mais tranquila. Só que, hoje, quando a família foi ao postinho de saúde do Corgão para buscar novas doses, recebeu a informação de que o produto estava em falta. Ela toma duas injeções a cada 15 dias.
Sem ambulância para levar Marilza até Chupinguaia, na esperança de encontrar o remédio, o filho e a nora dela usaram o próprio carro para fazer o transporte. O que não adiantou muito, pois a rede municipal também não tem o produto em estoque.
Sem saber o que fazer para manter a mulher controlada, os familiares também não fazem ideia de quando irão receber o medicamento. Até que o produto chegue, Marilza, que mora numa casa próxima à do filho, tem surtos, já que não dorme nem se alimenta, e pode acabar cometendo uma tragédia, contra si mesma ou contra outras pessoas.
Um vídeo enviado pela família, que autorizou o FOLHA DO SUL ON LINE a publicá-lo para mostrar a situação de Marilza, revela o estado dela quando enfrenta as crises frequentes (CLIQUE ABAIXO e assista).
Fotos
Vídeo
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 17 de Setembro de 2022, às 17:29