“Há dez anos não temos um representante do Cone Sul como deputado federal”
 
Filho de pioneiros vilhenenes, o advogado Rafael Maziero é candidato a deputado federal pelo MDB. Em visita à redação da FOLHA DO SUL ON LINE, Maziero falou sobre o porque decidiu concorrer a uma cadeira na Câmara Federal: “Eu quero dar voz a uma região que está há dez anos sem um representante na Câmara Federal. Eu, com a capacidade que eu já mostrei que tenho, junto com a minha juventude que me traz muita coragem, tenho certeza que eu conseguirei fazer um excelente mandato”.
 
Conforme Maziero, com a lacuna de dez anos sem representante em Brasília, Vilhena e a região do Cone Sul podem ter deixado de receber próximo de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares.
 
“Há dez anos não temos um representante do Cone Sul como deputado federal. Eu sou um representante genuinamente dessa região, nasci em Vilhena, sempre morei em Vilhena. Sou filho dessa terra e me sinto preparado para o cargo e seus desafios. Já fui vereador, secretário de Meio Ambiente e sou advogado. Mas, principalmente porque sou daqui e vou defender a minha região, porque ninguém vai proteger melhor a nossa casa do que a gente”, argumentou.
 
Maziero declarou que a região sul do Estado é muito grande e produtiva, o que a torna muito importante. Mas, que carece de força e representatividade política para defender grandes pautas como saúde e melhorias na infraestrutura, como o aeroporto e até esportes. Para Maziero, o esporte no Estado de Rondônia sempre foi visto de maneira muito amadora e nunca recebeu investimentos significativos em infraestrutura, em capacitação, e profissionalização do esporte em geral.
 
“Eu, sendo eleito, quero investir nas associações, fortalecendo e preparando atletas para o alto rendimento. Seja no futebol, ginástica, natação, voleibol ou artes marciais. Vamos trabalhar com as associações que é quem está perto de verdade do atleta”, disse.
 
Ao falar do tema saúde, Maziero foi enfático: “precisamos cuidar das pessoas. Falar em hospital é muito importante. Nós precisamos de um hospital regional aqui. Só que temos o exemplo de um hospital privado que está há quatro anos em construção, é demorado. E um hospital público vai demorar muito mais. E nós precisamos cuidar da dor hoje. Então precisamos investir nas Unidades Básicas de Saúde, no pronto-atendimento. Colocando o recurso para compra de medicamentos e custeio. Porque precisamos curar a dor hoje, as pessoas não podem esperar um novo hospital pra ter uma saúde digna”, finalizou.