Pleito suplementar para escolher novo prefeito está marcado para o dia 30 de outubro
As convenções partidárias realizadas esta semana definiram os cinco nomes que se candidataram a disputar a eleição suplementar para prefeito, em Vilhena. A votação foi marcada pela Justiça Eleitoral para o dia 30 de outubro.
O prefeito interino Ronildo Macedo travou uma queda de braço com o vereador Samir Ali e venceu a disputa pela indicação no Podemos. O candidato a vice dele ainda não foi anunciado.
Como já havia sido previsto pelo FOLHA DO SUL ON LINE, representando a família, a professora Raquel Donadon foi oficializada pelo PL, tendo como candidato a vice o empresário Ronaldo Giotto, o “Fanta”, do PSD. Há quem aposte, no entanto, que se a ex-prefeita Rosani Donadon não se eleger deputada federal pelo PSD, ela assume o lugar de Raquel.
O empresário Paulinho da Argamzon concorrerá pelo Republicanos, tendo como vice a professora Aline Leon, indicada pelo MDB. Será a segunda eleição disputada pelo jovem empreendedor, que também foi às urnas no pleito normal de 2020.
Condenado na mesma ação que cassou o então prefeito Eduardo Japonês (PSC), de quem foi secretário, o também empresário Jair Dornelas teve seu nome lançado pelo PTB, e vai para a campanha garantindo que está apto.
O grupo que reúne Japonês e o deputado Luizinho Goebel lançou, pelo PSC, o empresário Gilmar da Farmácia, que também ainda não anunciou o candidato a vice em sua chapa.
VOTAÇÃO PODE NÃO ACONTECER
Apesar da empolgação dos candidatos, a eleição suplementar já marcada pode não acontecer: isso porque o TSE analisa o recurso do prefeito cassado, Eduardo Japonês, que pede para reassumir o mandato. A expectativa é que, nos próximos dias, a Corte se manifeste sobre o caso. Se o pedido do ex-mandatário for atendido, a votação é cancelada.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 18 de Setembro de 2022, às 08:55