Uma conta que desafia a lógica e sempre provoca polêmica nas disputas políticas deverá ser feira novamente este ano. O chamado coeficiente eleitoral às vezes barra campeões nas urnas e leva ao poder candidatos com poucos votos.
Muita gente não entende o cálculo e considera injusta a regra. A fórmula criada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para definir os eleitos em um pleito exige três cálculos: um para se chegar ao chamado coeficiente eleitoral, outro para determinar o coeficiente partidário e um último para obter a média usada na distribuição das vagas que restarem depois da primeira divisão.
Entenda como isso funciona em reportagem especial que sai na edição impressa da FOLHA DO SUL neste sábado.