“Assim, quero destacar aqui a nossa gratidão ao juiz criminal Adriano Lima Toldo e ao promotor de justiça Elício de Almeida e Silva”
 
Uma obra que poderia demorar até seis meses se fosse executada por empreiteira foi concluída em uma semana e por menos da metade do valor, em Vilhena: é o que garante um dos idealizadores do projeto “Semear e Ressocializar”, que usa mão de obra dos apenados que cumprem pena no maior presídio do Cone Sul de Rondônia, instalado na área rural do município.
 
Desde o ano passado, as ações dos detentos, que executam serviços de limpeza nas ruas, avenidas e rodovias, e de reformas em prédios públicos, incluindo escolas, vêm sendo elogiadas pela população. Manifestações de apoio à iniciativa, várias vezes explicada pelo FOLHA DO SUL ON LINE, frequentes nas redes sociais.
 
Na empreitada mais recente, a completa revitalização do Instituto do Rim e da Maternidade, que funcionam em instalações anexas ao Hospital Regional, foram empregados 25 apenados. Eles reformaram e pintaram os locais em apenas uma semana, com custo reduzido para o município.
 
Um dos policiais penais envolvidos no projeto fez questão de lembrar que se hoje a sociedade vilhenense entende a importância de se oferecer trabalho como forma de garantir mais dignidade aos presos, isso só foi possível graças ao apoio do Judiciário e do Ministério Público.
 
“Assim, quero destacar aqui a nossa gratidão ao juiz criminal Adriano Lima Toldo e ao promotor de justiça Elício de Almeida e Silva”, finalizou o policial penal envolvido no projeto desde o início.